quinta-feira, 24 de março de 2011

No projeto uca um computador por aluno.
No qual estou participando como cursista DESTE curso de Pedagogia, pude ver na primeira aula, a impolgação dos colegas professores que trabalham na escola Duque de Caxias pois, todos todos pofssores e alunos foram contemplados com um leptop . É um grande avanço tecnologico e uma das melhores formas de aprendizagens, pois além de estarem participando de um momento histórico é um movimento capaz de mudanças bastante significativas na vida de todos que fazem parte deste corpo escolar e da comunidade em que está inserida.
Que bom fiquei com inveja, mais sei o quanto esse projeto é importante e pode ser ampliado para que haja a inclusão de todos os alunos das escolas municipais de Irecê.

Participei da Oficina de Histórias de Leitura que me remeteu ao passado e me colocou em frente aos meus primeiros contados com a leitura. Esta atividade me fez senti a mesma emoção ao ter o contato com o meu primeiro livro infantil.
O livro chamava-se Barquinho de Papel. Eu folheava-o, me encantava com as imagens, gostava de ler algumas páginas, mas não o lia todo de uma vez, tinha preguiça, achava o livro com um grande número de páginas, mas cuida dele no momento de leitura silenciosa e que mais parecia um bichinho de estimação. Quando terminava o momento de leitura, eu guardava-o na bolsa, na esperança da minha professora esquecê-lo e eu poder levá-lo pra casa, mas não tinha sorte, ela sempre lembrava. Eu não esqueço jamais desse momento, foi quando estudava a 3ª série do ensino fundamental.
Hoje as crianças desde cedo, já tem o contato e exploram bastante os livros infantis e outras diversidades de livros, e, eu com 10 anos de idade, estava tendo o meu primeiro contato com um livro de literatura infantil, pois as leituras que tinha acesso em casa, eram a bíblia, as bulas de remédios, alguns livros didáticos bem desatualizados e a cartilha. Minha mãe bem que queria me oferecer outros livros, mas as condições financeiras eram lamentáveis.
Nesta atividade verifiquei e recordei-me de momentos maravilhosos que tive durante a minha vida como leitora e das pessoas que me influenciaram para que hoje gostasse de ler, sei que preciso adquirir muito mais o desejo e o prazer pela leitura.

Durante este ciclo cinco aconteceram poucos encontros de orientação, por conta de tantos feriados e atividades considerem, nos mesmos dias, mas os que foram realizados houve importantes e necessárias discussões e aprendizagem sobre diário e memorial. A orientadora dividiu um texto sobre memorial em três partes e dividiu também a turma em três grupos em que cada um ficou com um parte do texto. Propôs que cada grupo apresentasse sua parte da melhor forma possível para que todos entendesse. O grupo no qual fiz parte apresentou um receita de bolo. A receita foi apresentada em um diálogo entre duas boleiras e todos os ingredientes da receita foram apresentados e explicados para que serviam na escrita do texto memorialístico no qual aparecia nitidamente na parte do texto que ficamos. A receita foi a seguinte
Receita de memorial
30 gramas de elasticidade história
100 colheres de experiências vividas
100 colheres de centrabilidade problemática
15 pitadas de referências
50 colheres de negociabilidade inerente
Modelo da forma: As regras da Abnt
Modo de fazer
Bata as 100 colheres de centrabilidade problemática por uma hora. Em seguida amasse bem até a massa desgrudar das mãos. Em seguida vai acrescentando aos poucos as 30 gramas de elasticidade histórica. Na seqüência despeje as 100 colheres de experiências vividas e as 15 pitadas de referências apropriadas e amasse bastante; misturando bem com as 50 colheres de negociabilidade inerente para atingir uma porção de narrativas polissêmicas, ou seja, as múltiplas possibilidades de interpretação.
Montagem :
Distribua toda a massa memorialística na forma das regras da ABNT e coloque no forno por 45minutos. Depois de pronto. Deguste o memorial com seus colegas de curso e bom apetite!.
Houve muitas apresentações maravilhosas que explicaram muito bem os assuntos do texto e que esclareceram muitas dúvidas diante as muitas dificuldades que tenho ao produzir o meu memorial.
Receita de memorial
30 gramas de elasticidade história
100 colheres de experiências vividas
100 colheres de centrabilidade problemática
15 pitadas de referências
50 colheres de negociabilidade inerente
Modelo da forma: As regras da Abnt
Modo de fazer
Bata as 100 colheres de centrabilidade problemática por uma hora. Em seguida amasse bem até a massa desgrudar das mãos. Em seguida vai acrescentando aos poucos as 30 gramas de elasticidade histórica. Na seqüência despeje as 100 colheres de experiências vividas e as 15 pitadas de referências apropriadas e amasse bastante; misturando bem com as 50 colheres de negociabilidade inerente para atingir uma porção de narrativas polissêmicas, ou seja, as múltiplas possibilidades de interpretação.
Montagem :
Distribua toda a massa memorialística na forma das regras da ABNT e coloque no forno por 45minutos. Depois de pronto. Deguste o memorial com seus colegas de curso e bom apetite!.
Houve muitas apresentações maravilhosas que explicaram muito bem os assuntos do texto e que esclareceram muitas dúvidas diante as muitas dificuldades que tenho ao produzir o meu memorial.
Trabalho na Escola Parque Muncipal Ineny Nunes Dourado na educação infantil com o grupo quatro. Meus alunos são crianças encantadoras que gostam e tem muito prazer em está na escola. Eles se divertem bastante em tudo que participa, seja, nos momentos das atividades em sala de aula como também nos outros espaços em que freqüentam. A escola depõe e dá acess as crianças, dos vários espaços tecnológicos. Elas exploraram de todos eles como o infocentro, a brinquedoteca, a biblioteca, sala de áudio e vídeo, parque... Eu e meus alunos gostamos muito de freqüentar todos esses espaços, são momentos impares nas nossas vidas. Encanto-me e fico feliz com a alegria, emoção e a importância que eles mostram quando participam e manuseiam esses recursos.
Ao ensinar nesta escola, já me vi várias vezes voltando ao passado e futucando o baú de minhas memórias, lembrando do como eu gostaria que a escola em que cursei as séries iniciais fosse como esta em que leciono, vendo s quantidades de recursos lúdicos que eu poderia usufruir com as crianças que lá estudavam, pois mal tínhamos um pátio para brincarmos.
Ao ensinar nesta escola, já me vi várias vezes voltando ao passado e futucando o baú de minhas memórias, lembrando do como eu gostaria que a escola em que cursei as séries iniciais fosse como esta em que leciono, vendo s quantidades de recursos lúdicos que eu poderia usufruir com as crianças que lá estudavam, pois mal tínhamos um pátio para brincarmos.
Observo também, que muitas das crianças e professores não atuantes em uma escola municipal como a qual leciono , tem uma certa inquietação de não poder está incluso nela ou de não ter a opção de usufruir de ambientes iguais. Eles têm razão por analisarem que no mesmo bairro em que a Escola P. M. I. N. Dourado é situada, tem uma outra escola com a dimensão de espaços e recursos tecnológicos tão limitados e se encontram nessa observação e sentimento de desigualdade.
Vendo por outro lado, percebo e acredito que, o mais importante não é os espaços tecnológicos ou a grande estrutura de uma escola, e sim a qualidade de ensino e aprendizagem.
Já trabalhei em outras escolas da rede municipal de Irecê, escolas em que mal tinha o material necessário para dar aula e nem por isso, deixei de fazer um bom trabalho, de desenvolver nas crianças o prazer de voltar sempre à escola no dia seguinte e o mais importante, de desenvolver e realizar projetos e atividades lúdicas significativas ao desenvolvimento intelectual dos alunos.
As escolas precisam é que todos os profissionais que nela trabalham, sejam comprometidos com a educação para despertar o prazer e o interesse pela escola.no propósito de garanti um ensino de qualidade a todos. Claro com o apoio necessário das secretarias de educação e as Prefeituras municipais, para correr atrás de recursos financeiros que garanta as crianças um bom desenvolvimento intelectual, físico e psicológico.
As escolas precisam é que todos os profissionais que nela trabalham, sejam comprometidos com a educação para despertar o prazer e o interesse pela escola.no propósito de garanti um ensino de qualidade a todos. Claro com o apoio necessário das secretarias de educação e as Prefeituras municipais, para correr atrás de recursos financeiros que garanta as crianças um bom desenvolvimento intelectual, físico e psicológico.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Acredito que o professor deve ensinar e experimentar todos os segmentos escolares, para saber e conhecer de perto as dificuldades e os avanços das crianças durante todo o seu processo de formação cognitiva, porque só com essa experiência é que o professor pode diagnosticar e revelar o que realmente acontece com as crianças que tem dificuldades de aprendizagens para não sair por aí apontando o trabalho do professor do ano anterior. —“É muito fácil apontar e criticar o trabalho do colega, mas é muito difícil refleti tentar selecionar e superar tais dificuldades enfrentadas”. —Porque não pensar assim— “o aluno é meu agora o que posso fazer para que ele supere e avance diante de suas restrições?”.



Sobre a aula da professora Leomárcia eu fortaleci ainda mais o meu pensamento sobre o ato de cuidar e educar da criança na series iniciais e a importância da infância nesse período já que hoje é tão pouco usufruído pelas crianças, pois passam a maior parte do tempo com os brinquedos eletrônicos e na frente da TV, ao invés de estarem desfrutando do ato de brincar e de se interagirem com outras crianças. Sei que os brinquedos tecnológicos são muito bons e criativos, mas as brincadeiras coletivas ajudam-nos a ter mais relações de afetividade e sociabilidade neste mundo tão violento.



Gostei de assistir o filme Machuca também, pois trouxe um pouco do contexto histórico do Chile durante o golpe militar de Pinochet em 1974 e para mostrar este cenário, aparece as figuras de dois personagens marcantes. Peter e Gonzalo, duas crianças que entrelaça uma narrativa marcante e emocionante que envolve a todos os telespectadores com certo deslumbramento.
Faço também uma ligação com o livro que li no Grupo de Estudo Literário “A casa dos espíritos”. Que relembra muitas passagens do Chile como, por exemplo, as questões políticas e o cotidiano de muitas das pessoas que lá viveram e que foram lembradas na narrativa memorialista desse livro.

. E este filme foi com qual eu me identifiquei, pois em seu cenário pude observar e conceituar o contexto nordestino, nas falas, o figurino dos personagens, a vida pacata que eu já presenciei quando criança e até mesmo quanto vou as povoados
distantes desta cidade de Irecê. 
Foi maravilhoso assistir o filme Tapete Vermelho Deliciei-me com as cenas, emocionei com as praticas dos personagens. Lembrei do quanto era bom morar na roça, era como se tivesse ouvindo os cantos dos pássaros o cheiro maravilhoso das plantas do mato que acreditava que só havia próximas as roças da redondeza de Angical povoado daqui de Irecê, onde nasci e morei até meus onze anos.

Foi maravilhoso assistir o filme Tapete Vermelho Deliciei-me com as cenas, emocionei com as praticas dos personagens. Lembrei do quanto era bom morar na roça, era como se tivesse ouvindo os cantos dos pássaros o cheiro maravilhoso das plantas do mato que acreditava que só havia próximas as roças da redondeza de Angical povoado daqui de Irecê, onde nasci e morei até meus onze anos.


Participei do Grupo de Estudo Acadêmico (GEAC) sobre Pedagogia ao Longo da Historia com a Professora Roseli no qual aprendi muito.
A primeira parte foi estudar sobre o contexto histórico da pedagogia desde a Grécia antiga aos dias atuais.
Com este estudo pude perceber e analisar o quanto foi instigante pesquisar e compreender essa historia, pois nem imaginava que muito do que influenciou a nossa história em relação a educação, surgiu através da igreja católica (séculos V até XIV ) nessa época, era quem controlava o conhecimento e apenas quem poderia usufruir desse conhecimento eram os monges e os burgueses, unidos por questões políticas e financeiras.
A primeira parte foi estudar sobre o contexto histórico da pedagogia desde a Grécia antiga aos dias atuais.
Com este estudo pude perceber e analisar o quanto foi instigante pesquisar e compreender essa historia, pois nem imaginava que muito do que influenciou a nossa história em relação a educação, surgiu através da igreja católica (séculos V até XIV ) nessa época, era quem controlava o conhecimento e apenas quem poderia usufruir desse conhecimento eram os monges e os burgueses, unidos por questões políticas e financeiras.
Em seguida, surgiu o Renascimento a briga do monge Augustiniano Lutero contra a igreja e a favor dos interesses educacionais para todos. E muitas outras informações importantes que me faz entender o porquê que a nossa educação esta até hoje prejudicada e precisando de ajustes para ser de qualidade. Porque até hoje há uma burguesia (hoje elite) e um poder político que caminha sempre juntos e toma as decisões mais importantes juntos.
Participe
i e gostei muito do Grupo de Estudo Literário, A Casa dos Espíritos com a professora Rúbia Margareth na Faculdade . Apreciei um jeito novo de ensinar e aprender, pois ela trabalhou com a metodologia que defendeu em sua dissertação tertúlias literárias, a prática e dinâmica e bastante espontânea em que faz as cursistas deste grupo se prender bastante nesta narrativa do livro e melhorar a interação e a participação do grupo.
Vejo tudo isso como um bom instrumento valioso de trabalho para usarmos em nossas praticas de salas de aulas principalmente quando estamos trabalhando um assunto de qualquer disciplina com os alunos com assuntos “chatos”. E que, se o professor usar metodologias como esta vai acontecer uma transformação e transmissão de trocas de conhecimento entre professor e aluno . E o assunto será mais agradável e de fácil assimilação.
O GELIT e o grupo de orientação Foi coordenado, pela mesma professora Margareth. Foram momentos e encontros de muita troca de experiência, e fez os cursistas se sentirem à vontade para opinarem, participarem livremente.
Este livro histórias de vidas de pessoas que viveram no Chile e com isso, vai se abrindo um leque de conhecimento e recordações da historia do Chile em uma determinada época fazendo um fio condutor com as histórias vivenciadas por nós em um contexto histórico passado e assim podemos esta discutindo as escritas memorialistas, registrando e consolidando os momentos de registro dos nossos memoriais.
E o mais importante é estarmos munidos e unindo as discussões, as trocas de informações para rechear o memorial e nos enriquecer nos momentos de orientação.foram momentos prazerosos e enriquecedor.
i e gostei muito do Grupo de Estudo Literário, A Casa dos Espíritos com a professora Rúbia Margareth na Faculdade . Apreciei um jeito novo de ensinar e aprender, pois ela trabalhou com a metodologia que defendeu em sua dissertação tertúlias literárias, a prática e dinâmica e bastante espontânea em que faz as cursistas deste grupo se prender bastante nesta narrativa do livro e melhorar a interação e a participação do grupo.Vejo tudo isso como um bom instrumento valioso de trabalho para usarmos em nossas praticas de salas de aulas principalmente quando estamos trabalhando um assunto de qualquer disciplina com os alunos com assuntos “chatos”. E que, se o professor usar metodologias como esta vai acontecer uma transformação e transmissão de trocas de conhecimento entre professor e aluno . E o assunto será mais agradável e de fácil assimilação.
O GELIT e o grupo de orientação Foi coordenado, pela mesma professora Margareth. Foram momentos e encontros de muita troca de experiência, e fez os cursistas se sentirem à vontade para opinarem, participarem livremente.
Este livro histórias de vidas de pessoas que viveram no Chile e com isso, vai se abrindo um leque de conhecimento e recordações da historia do Chile em uma determinada época fazendo um fio condutor com as histórias vivenciadas por nós em um contexto histórico passado e assim podemos esta discutindo as escritas memorialistas, registrando e consolidando os momentos de registro dos nossos memoriais.
E o mais importante é estarmos munidos e unindo as discussões, as trocas de informações para rechear o memorial e nos enriquecer nos momentos de orientação.foram momentos prazerosos e enriquecedor.
domingo, 10 de janeiro de 2010

Professora : Maria Regina
Atividade: Oficina da Palavra Escrita II
Cursista: Adair Neide Sena Dourado e Daniela Alecrim da Silva
Gênero escolhido: Poema
"'Gêneros textuais, são modelos comunicativos que nos possibilitam gerar expectativas e previsões para compreender um texto e, assim interagir com outros.
Os gêneros surgem de acordo com sua função na sociedade; seus conteúdos, seu estilo e sua forma estão sujeitos a essa função. Isso quer dizer que conhecer um gênero não é apenas conhecer as suas características formais, mas antes de tudo entender a sua função e saber, desse modo, interagir adequadamente".
José Luiz Landeira, 2009
Concordamos com o autor, pois compreendemos que os gêneros textuais, são tipos específicos de textos de qualquer natureza, literários ou não.É essencial trabalhar com todos os tipos de gênero textual.No intuito de inseri-los na sala de aula como instrumento para desenvolver nos alunos as habilidades críticas e discursivas na construção de sua própria autonomia nas diferentes formas de situações comunicativas no meio em que está inserido.
Outro tipo de vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.É preciso é ter conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero.
Para ensinar os alunos a dominar um gênero é preciso elaborar uma seqüência didática pois, auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma ampla. Partindo do nível de conhecimento que os alunos já domina para chegar ao nível que eles precisam dominar.
Decidimos escolher o gênero poema na perspectiva de ampliar o repertório dos alunos do 3° e a superar suas dificuldades sobre este gênero. Os alunos se interessam bastante por poemas, principalmente os poemas infantis como os de José Paulo Paes, Elias José, Sergio Camparelli, Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, os poetas mais conhecidos pelas crianças nas series iniciais.
Vimos que eles têm dificuldades para diferenciar um poema dos outros tipos de gênero, como eles já estão saindo do processo de alfabetização e entrando em um patamar maior de conhecimento, pensamos em elaborar uma seqüência didática para trabalhar com esse gênero em que nos ajuda a planejar atividades melhores para que os alunos superem suas dificuldades.
Seqüência didática:
Apresentação do gênero poema, ressaltando a importância de ler e estudar esse gênero.
Apresentar aos alunos o plano de estudo sobre poema.
Fazer um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre poema, saber o que eles sabem, e o que ainda não sabem, usando isso como o principal ponto de partida.
Apresentar aos alunos o plano de estudo sobre poema.
Fazer um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre poema, saber o que eles sabem, e o que ainda não sabem, usando isso como o principal ponto de partida.
Preparar uma roda de conversa com os alunos sobre poema.
Organizar possíveis intervenções para nortear a conversa.
Organizar e sistematizar o conhecimento sobre o gênero poema, com estudo detalhado de seus elementos, de sua situação de produção e de forma como esse gênero circula.
Fazer leitura compartilha para os alunos de poemas e de outros gêneros textuais.
Leitura feita pelos alunos de poema
Leitura feita pelos alunos e professores de diversos tipos de gêneros textuais para que eles tenham contato e manuseie para localizar e selecionar informações as semelhanças e diferenças em si.
Expor diversos poemas de diferentes autores para que os alunos explorem e observe semelhanças e diferenças entre os poemas.
Elaborar um conjunto de atividades de oralidade, leitura, reescrita e reflexão sobre a linguagem poética.
Escolher poemas para trabalhar em forma de textos lacunados com e sem bancos de dados.
Planejar aulas expositivas e informativas para a identificação dos elementos de um poema, (como são estruturados : estrofes, versos, rimas)
Trazer para a sala de aula outros gêneros textuais para que os alunos se confrontarem com as diferenças que há entre um gênero e outro. que o poema como todos os outros tipos de gênero tem uma estrutura própria.
Reescrita de poemas.
Revisão e analisa das escritas que fizeram dos poemas.
Leituras de biografias de poetas brasileiros.
Os alunos podem aprender a desenvolver a linguagem oral e a familiarizar- se com os gêneros.
Ampliarem o repertório de poemas.
Conhecer recursos de linguagem poética.
Aproximar-se do gênero biografia.
Desenvolver comportamentos leitores e escritores.
Adquirir hábito de leitura e interpretação de poemas e de outros gêneros.
Nessa integração de atividades com diferentes propósitos, os alunos vão além das características desse gênero. E aprendem de fato a ler e escrever inclusive fazendo o uso da ortografia e da gramática em situações reais.
A resentar a proposta.
Avaliar o conhecimento prévio dos alunos sobre o gênero.
Apresentar pela sala. Usar de "Estratégias de Leitura".
Propor que os alunos escrevam um texto inicial do gênero, mesmo que imperfeito, para saber quais os aspectos desse gênero o professor precisa trabalhar mais.
AmpliOar o repertório do aluno, trazendo mais textos do gênero para a sala.
Conhecer recursos de linguagem poética.
Aproximar-se do gênero biografia.
Desenvolver comportamentos leitores e escritores.
Adquirir hábito de leitura e interpretação de poemas e de outros gêneros.
Nessa integração de atividades com diferentes propósitos, os alunos vão além das características desse gênero. E aprendem de fato a ler e escrever inclusive fazendo o uso da ortografia e da gramática em situações reais.
A resentar a proposta.
Avaliar o conhecimento prévio dos alunos sobre o gênero.
Apresentar pela sala. Usar de "Estratégias de Leitura".
Propor que os alunos escrevam um texto inicial do gênero, mesmo que imperfeito, para saber quais os aspectos desse gênero o professor precisa trabalhar mais.
AmpliOar o repertório do aluno, trazendo mais textos do gênero para a sala.
A produção narração de um jogo na qual participei juntamente com as colegas: Aleluia, Claudijane, Delian e Edvãnia neste ciclo III está postado no seguinte endereço http://vanna-pro.blogspot.com/
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Na atividade sobre Artes práticas corporais na educação infantil com a professora Cilene Canda, pude voltar no tempo, no meu tempo de criança, revivendo as brincadeiras e cantigas de roda que brincava que as crianças de hoje não vejo brincar mais.
Sempre que dá certo canto e brinco com meus alunos para que eles não percam a essência da infãncia quando crescerem, pois amanhã chega logo
A professora Cilene trouxe contribuições valiosissímas na teoria e na prática sobre a arte do corpo de uma forma contagiante , porque incluiu todos os professores que lá estavam.
Creio que foi uma das atividades que mais mexeu com o sentimento dos cursistas, principalmente com o meu.
Sempre que dá certo canto e brinco com meus alunos para que eles não percam a essência da infãncia quando crescerem, pois amanhã chega logo
A professora Cilene trouxe contribuições valiosissímas na teoria e na prática sobre a arte do corpo de uma forma contagiante , porque incluiu todos os professores que lá estavam.
Creio que foi uma das atividades que mais mexeu com o sentimento dos cursistas, principalmente com o meu.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL-SÉRIES/INICIAIS
O curso que tivenos aqui na Faculdade sobre Educação Especial, com o professor João Danilo foi muito importante. Ele nos mostrou como devemos nos preparar para receber os alunos com deficiência, pois esses alunos devem ser incluidos em qualquer espaço seja escolar seja social etc.
Segundo ele,
É necessário, portanto reconhecermos que a política de inclusão deve estar ligada à oferta de uma educação de qualidade para todos. Por isso o nosso sistema educacional precisa ser repensado, as redes escolares municipais precisam capacitar seus professores, reformar as escolas, suas estruturas e construir um espaço adequado a todos pois todos são especiais.
Eu concordo com o professor Danilo, pois não basta incluí-los na escola apenas por estarem na escola é necessário que eles tenham um acompanhamento específico e qualificado que atendam suas deficiências e que tenham o mais importante um ensino de qualidade. Ficou claro neste curso que todos os alunos tidos como "especiais" podem aprender como todos os outros alunos tidos como "normais" eles tem a mesma possibilidade de aprender ler e escrever, e muitos deles até aprendem com mais facilidade, principalmente se foram estimulados desde o nascimento pelos familiares e se tiveram a chance de ter esplorado o meio ambiente em que viveram até os dias de hoje.
Este curso mexeu comigo, muitos detalhes que achava desnecessário para me comunicar com els são muito importante e o que aprendi foi pouco perto do acesso de informações que esta tão proximo de mim e eu não esploro.
Vi o quanto é importante todos os profesores estudarem sobre as deficiências, elas estão muito proximas da gente, e quando aparece um aluno com uma deficiência o professor não sabe como ensinar este aluno.
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ENSINO FUNDAMENTAL-SÉRIES/INICIAIS
O curso que tivenos aqui na Faculdade sobre Educação Especial, com o professor João Danilo foi muito importante. Ele nos mostrou como devemos nos preparar para receber os alunos com deficiência, pois esses alunos devem ser incluidos em qualquer espaço seja escolar seja social etc.
Segundo ele,
É necessário, portanto reconhecermos que a política de inclusão deve estar ligada à oferta de uma educação de qualidade para todos. Por isso o nosso sistema educacional precisa ser repensado, as redes escolares municipais precisam capacitar seus professores, reformar as escolas, suas estruturas e construir um espaço adequado a todos pois todos são especiais.
Eu concordo com o professor Danilo, pois não basta incluí-los na escola apenas por estarem na escola é necessário que eles tenham um acompanhamento específico e qualificado que atendam suas deficiências e que tenham o mais importante um ensino de qualidade. Ficou claro neste curso que todos os alunos tidos como "especiais" podem aprender como todos os outros alunos tidos como "normais" eles tem a mesma possibilidade de aprender ler e escrever, e muitos deles até aprendem com mais facilidade, principalmente se foram estimulados desde o nascimento pelos familiares e se tiveram a chance de ter esplorado o meio ambiente em que viveram até os dias de hoje.
Este curso mexeu comigo, muitos detalhes que achava desnecessário para me comunicar com els são muito importante e o que aprendi foi pouco perto do acesso de informações que esta tão proximo de mim e eu não esploro.
Vi o quanto é importante todos os profesores estudarem sobre as deficiências, elas estão muito proximas da gente, e quando aparece um aluno com uma deficiência o professor não sabe como ensinar este aluno.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Na atividade de INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO com os professores Rita E Aryston e a colaboração de Edinaldo. Pude adquirir muitas informações importantes sobre as peças do PC e a utilidade de cada uma. Os professores tem bastante apropriação para falarem das peças, de como montá-las com tranquilidade.Eram tantas informações contínuas que eu não conseguia assimilar tão facilmente, creio que foi devido a carga horária,pouco tempo para os professores ensinar tanta coisa e ter um produtividade suficiente.
Mas mesmo assim foi importante, porque agora estou mais atenta, pois nem imaginava o perigo que estava correndo ao chamar um técnico para formatar ou consertar o meu pc, e neta atividade abrir os meus olhos a tudo isso.
Como tem peças na cpu tão baratas e que ao chamar alguém para consertá-las eles cobram tão caro pelo conserto, é precisdo ter muita curiosidade e se informar bastante para não se passada pra traz.
Eu adorei participar da atividade de Alfabetização II com a professora Zem, ela mexeu muito comigo, principalmente por além de assistir o vídeo que enviamos, ela trouxe-o novamente para a última aula que tivemos. Assistimos boa parte dele e discutimos os pontos positivos e os negativos sobre as intervenções usadas e as metodologias aplicadas durante a atividade feita com os alunos.
Eu cresci muito a partir de então, penso detalhadamente sobre o que faço e levo para a minha sala de aula, tenho agora um novo olhar para a mesma direção de antes para não cometer os mesmos erros. Sei que não vou mudar tudo e fazer os alunos aprenderem com um toque de mágica mas irei pensar muito e analisar o que o meu aluno sabe para trazer atividades que seja desafiadora mais possível para ele realizar e avançar.
Eu cresci muito a partir de então, penso detalhadamente sobre o que faço e levo para a minha sala de aula, tenho agora um novo olhar para a mesma direção de antes para não cometer os mesmos erros. Sei que não vou mudar tudo e fazer os alunos aprenderem com um toque de mágica mas irei pensar muito e analisar o que o meu aluno sabe para trazer atividades que seja desafiadora mais possível para ele realizar e avançar.
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